A Justiça de Santa Catarina autorizou que uma mulher condenada por estelionato e falsa identidade cumpra a pena em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. A decisão ocorreu após a possibilidade de progressão para o regime semiaberto, mas a ausência de vagas adequadas para mulheres na região. O entendimento também levou em consideração o bom comportamento apresentado durante o período de detenção.
O caso ganhou repercussão nacional após a mulher se passar por uma adolescente de 12 anos e permanecer por cerca de 14 meses com uma família de Joinville. Segundo as investigações, ela teria utilizado uma identidade falsa e recebido moradia, alimentação e outros cuidados até que sua verdadeira identidade fosse descoberta. A condenação ocorreu em agosto e ultrapassa dois anos de prisão.
Conteúdos em alta
Apesar da autorização para a prisão domiciliar, ela não deixou o Presídio Feminino Regional. Isso porque existe uma ordem de prisão preventiva que permanece ativa no Rio Grande do Sul, impedindo sua saída neste momento. A defesa informou que ela continuará detida e que o processo tramita em segredo de Justiça.


11/09/2026