A possível imposição de uma tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos gerou forte preocupação em Santa Catarina. A medida, recomendada pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), pode atingir em cheio a indústria catarinense, que tem nos produtos manufaturados uma das principais bases de suas exportações para o mercado norte-americano.
A avaliação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina é de que a taxação poderá encarecer os produtos catarinenses e reduzir sua competitividade internacional. O temor do setor é que empresas percam espaço nos Estados Unidos, um dos mais importantes destinos das exportações do estado.
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Segundo a entidade, grande parte da pauta exportadora de Santa Catarina pode ser afetada caso a medida seja confirmada. O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, classificou a situação como especialmente preocupante devido à forte presença de produtos industrializados catarinenses no comércio com os norte-americanos.
Embora a tarifa ainda não tenha sido oficialmente adotada, a possibilidade já mobiliza o setor produtivo. A FIESC e a Confederação Nacional da Indústria acompanham de perto o caso e articulam ações para tentar evitar impactos que podem atingir investimentos, exportações e a geração de empregos em Santa Catarina.





03/06/2026