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“Sem espaço no próprio partido”: Carol de Toni é deixada de lado no PL e Campagnolo dispara contra Carlos Bolsonaro

Foto – Divulgação

A crise no Partido Liberal (PL) em Santa Catarina explodiu de vez. Nesta segunda-feira (3), a deputada estadual Ana Campagnolo foi às redes sociais e acusou diretamente Carlos Bolsonaro de ser o responsável pela saída da deputada federal Caroline de Toni do partido.

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Segundo Campagnolo, o próprio governador Jorginho Mello teria confirmado a ela e à deputada que “não há mais espaço para Carol Senadora no PL”, sacramentando a manobra que colocou Carlos Bolsonaro como prioridade na disputa ao Senado.

“Carol ficou sem espaço por causa da chegada de Carlos”, afirmou Campagnolo, exigindo um pedido de desculpas do vereador carioca por tê-la chamado de mentirosa.

O tom de indignação tomou conta das redes. Campagnolo, em defesa da colega, alertou que a saída de De Toni pode causar um efeito em cascata, com prefeitos e vereadores deixando o partido. “Isso enfraquece o PL e prejudica a direita”, disparou.

Enquanto isso, Carlos Bolsonaro tentou amenizar a situação com uma publicação cordial no X (antigo Twitter), dizendo estar “unido com Carol pelo mesmo propósito”. Mas, para Campagnolo, a “estratégia” do PL é um erro que divide o próprio bolsonarismo catarinense.

Nos bastidores, o clima é de rompimento iminente. O PL, antes símbolo de unidade da direita em Santa Catarina, agora vive sua maior crise interna, com duas das principais lideranças femininas — Campagnolo e De Toni — se voltando contra o grupo do próprio governador e do clã Bolsonaro.

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