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Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville após uma investigação apontar que ela se passava por uma menina de 12 anos para obter acolhimento, apoio financeiro e outros benefícios. Segundo a Polícia Civil, a suspeita utilizava documentos falsos e sustentava a identidade de uma adolescente, chegando a morar com uma família que acreditava estar ajudando uma criança em situação de vulnerabilidade.
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De acordo com as investigações, a mulher adotava comportamentos infantis para reforçar a falsa identidade. Entre os relatos apurados, ela utilizava chupeta, mamadeira e mantinha uma rotina compatível com a de uma criança. A fraude teria sido mantida por cerca de 14 meses antes de ser descoberta pelas autoridades.
O caso ganhou repercussão nacional pela complexidade da situação e pelas circunstâncias que envolveram a convivência com a família que a acolheu. A investigação aponta que a suspeita conseguiu convencer pessoas e instituições de que era uma adolescente, recebendo apoio emocional e material durante o período.
A Polícia Civil apura possíveis crimes de falsa identidade, falsificação documental e estelionato. O inquérito segue em andamento para identificar se outras pessoas ou instituições também foram vítimas da fraude.
O caso reacendeu debates sobre a necessidade de verificação documental em processos de acolhimento e sobre os impactos causados por golpes que exploram a boa-fé de famílias e redes de apoio social.




04/06/2026