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O Ministério Público do Rio de Janeiro reabriu a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro por suspeita de prática de “rachadinha” durante seu mandato na Câmara Municipal, depois de um parecer da Procuradoria-Geral de Justiça apontar que o arquivamento anterior foi prematuro e que diligências essenciais não foram realizadas.
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A apuração, que havia sido encerrada em 2024 por falta de elementos suficientes, volta a ser conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada, justamente para suprir lacunas apontadas e reunir provas adicionais sobre a possível devolução de parte dos salários de assessores.
Segundo o Ministério Público, a investigação envolve suspeitas de que um grupo de funcionários teria reenviado valores recebidos ao gabinete de Carlos Bolsonaro entre 2005 e 2021, num montante que chega a cerca de R$ 1,7 milhão, prática conhecida como “rachadinha”.
Participam do procedimento ex-assessores e outras 25 pessoas, entre elas o chefe de gabinete e uma ex-chefe de gabinete, cujas movimentações financeiras serão analisadas em novas diligências.
Até o momento, a defesa de Carlos Bolsonaro não se manifestou oficialmente sobre a reabertura da investigação.


25/02/2026