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Governo Lula ameaça retirar maternidade de R$ 153 milhões de Itajaí após integrantes não gostar do representante enviado

A construção da nova maternidade de Itajaí, que contará com investimento de R$ 153 milhões do Governo Federal, acabou sendo marcada por um impasse político durante a cerimônia de assinatura simbólica da ordem de serviço, realizada no sábado (27). O motivo da polêmica foi a ausência do prefeito e do secretário municipal de Saúde no ato, o que levou representantes do Ministério da Saúde a questionarem a falta de participação das principais autoridades do município.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, afirmou que, sem a confirmação oficial da Prefeitura, o Governo Federal poderia até direcionar o investimento para outro município da região. A declaração aconteceu após a cerimônia e evidenciou o descontentamento do governo com a representação enviada por Itajaí, já que o município foi representado pelo diretor executivo da Secretaria de Saúde, Leandro Pacheco, e não pelo prefeito ou pelo secretário da pasta.

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Em nota, a Prefeitura de Itajaí informou que estava oficialmente representada no evento e afirmou que o diretor executivo teve a presença registrada, mas não foi chamado para participar do ato de assinatura. O município também reforçou que a nova maternidade continua sendo prioridade da administração, que já definiu o terreno no bairro São Vicente e concluiu a licitação da obra, com o consórcio responsável já escolhido.

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