As associações ABERT, ANJ e ANER criticaram as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite de quinta-feira (1º). Em nota conjunta, as entidades classificaram as medidas como uma “agressão à liberdade de imprensa” e afirmaram que as regras do encontro haviam sido acordadas meses antes entre a emissora e os partidos.
O impasse envolveu decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) que alteraram as condições de realização do programa. Entre as medidas estavam a proibição de exibir o púlpito vazio destinado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a determinação para incluir Renan Santos (Missão) entre os participantes. A Globo alegou insegurança jurídica após as mudanças nas
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O cancelamento ocorreu após Lula já ter anunciado que não participaria e Flávio Bolsonaro (PL) também desistir do encontro. Para as três entidades de imprensa, as decisões prejudicaram o acesso dos eleitores às propostas dos candidatos às vésperas do primeiro turno, marcado para domingo (4). A manifestação reacendeu a discussão sobre os limites das decisões judiciais, a liberdade de imprensa e as regras para a realização de debates eleitorais.


02/10/2026