Foto: Reprodução ND+
Uma mãe denunciou que o filho de 5 anos, diagnosticado com autismo severo (nível 3), apresentou níveis elevados de álcool etílico no sangue após frequentar uma escola da rede municipal de Barra Velha, no Litoral Norte de Santa Catarina.
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Segundo a responsável, desde o início do ano letivo, em março, passou a perceber um forte odor de álcool na criança ao buscá-la na escola. Inicialmente, pensou que se tratava de álcool em gel nas mãos, mas com o tempo o cheiro se intensificou e passou a ser percebido na boca e nas narinas do menino, permanecendo por várias horas.
Após notar alterações no comportamento do filho, como tontura, irritabilidade e dificuldade para dormir, a mãe procurou orientação médica. A pediatra solicitou exames específicos, que apontaram presença de álcool etílico no organismo da criança em níveis considerados anormais para a idade.
Diante do resultado, a família registrou um boletim de ocorrência e acionou o Ministério Público. A criança foi retirada da unidade escolar. “Até hoje, ninguém da escola entrou em contato. Não houve preocupação com o que aconteceu com meu filho”, relatou a mãe.
Em nota, a Prefeitura de Barra Velha informou que a Secretaria Municipal de Educação instaurou uma sindicância para apurar os fatos. Segundo o comunicado, foram colhidos depoimentos de servidores, solicitadas imagens das câmeras de segurança e encaminhados os materiais ao Ministério Público para investigação.
O caso segue sob análise das autoridades competentes.


27/05/2025