Caso Mariane: Esposo foi quem pediu para amarrar as mãos e os pés da esposa

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Na última quinta-feira (22), em uma coletiva de imprensa, o delegado Sérgio de Sousa, da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Itajaí, divulgou os nomes dos envolvidos no assassinato de Mariane Kelly de 35 anos, encontrada morta no dia 9 de abril no Rio Itajaí-Açu.

Antes de ser jogada no rio, ela levou 27 facadas, no rosto e em diversas partes do corpo assim que entrou dentro veículo. O mentor e coordenador do assassinato foi o próprio esposo de Mariane, Joedson, conhecido como pastor Jota.

A motivação do assassinato foi por conta dos bens e para poder ficar com sua amante que era vizinha do casal e muito amiga da vítima. Além de Jota, amante, genro e sobrinho participaram do assassinato.

De acordo com relatos divulgados, o Pastor Jota foi quem planejou minuciosamente o assassinato, e teria determinado que ela tivesse os pés e mãos amarrados, pois “ela sabia nadar” e poderia se salvar.

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