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Brasileira desaparecida após queda em vulcão na Indonésia foi encontrada morta

Foto: Divulgação/Redes Sociais

A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que estava desaparecida desde sábado (21) após cair em uma encosta do vulcão ativo Mount Rinjani, foi dada como morta por seus familiares em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira.

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A jovem publicitária e pole dancer do Rio de Janeiro estava em um grupo de trekking no vulcão de 3.700 metros, na ilha de Lombok, quando, exausta, pediu uma pausa ao guia. Relatos afirmam que o guia teria prosseguido com o restante do grupo, deixando-a sozinha. Enquanto descansava, Juliana escorregou e caiu por um penhasco, despencando centenas de metros até um barranco rochoso dentro da cratera.

Nos primeiros dias, foi possível ouvi-la gritar por ajuda. Um drone identificou sua posição a cerca de 500 metros abaixo, mas os resgatistas enfrentaram condições extremamente adversas – terreno íngreme, solo instável, vento forte, neblina e falta de cordas adequadas – e não conseguiram alcançá-la.

Familiares mantinham uma campanha intensa nas redes sociais, criando uma página com mais de 1 milhão de seguidores em 24 horas, pedindo apoio às autoridades para agilizar o resgate . Em publicação no Instagram, denunciavam que “avançaram apenas 250 metros, faltavam 350 metros e a equipe recuou”, segundo a irmã, Mariana.

O consulado do Brasil em Jacarta e a embaixada atuaram em conjunto com as autoridades locais, tentando acelerar o resgate. Apesar de anúncios e boatos sobre chegada de comida e roupa, a família desmentiu as informações, afirmando que “não receberam nada até agora” .

🔻 Confirmação da morte
Nesta quarta-feira, a família confirmou o óbito de Juliana por meio das redes sociais. Detalhes formais sobre o momento ou causa da morte ainda não foram divulgados pelas autoridades indonésias. O corpo não foi resgatado e permanece no local devido ao alto risco da região.

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