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Bombeiro comunitário de Itapema morre após semanas internado por picada de aranha

Foto: Divulgação/Redes Sociais

João Paulo Floriani, bombeiro comunitário de Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, morreu após lutar por semanas contra uma infecção gravíssima provocada por uma picada de aranha. Ele estava internado em estado crítico no Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis, com complicações nos pulmões, rins e cérebro.

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Relembre o caso:

A picada ocorreu durante uma limpeza no quintal, no fim de abril. A suspeita é de que João Paulo tenha sido atacado por uma aranha-marrom, espécie considerada altamente venenosa. O veneno, associado a uma bactéria presente no organismo, provocou uma infecção generalizada. Apesar do tratamento intensivo, ele não resistiu.

A morte causou comoção entre colegas e moradores de Itapema. João Paulo atuava como bombeiro comunitário e era reconhecido pelo trabalho voluntário e dedicação à segurança da comunidade.

O que fazer em caso de picada de aranha-marrom

A aranha-marrom é uma das espécies mais perigosas do Brasil. Sua picada pode parecer inofensiva no início, mas o veneno é altamente tóxico e pode causar necrose, infecção generalizada e até levar à morte se não houver atendimento rápido. Veja os principais cuidados:

  • Lave o local da picada com água e sabão imediatamente.
  • Não aplique pomadas, álcool, vinagre ou outros produtos caseiros.
  • Mantenha a área afetada elevada, se possível, para reduzir a circulação do veneno.
  • Evite pressionar, cortar ou sugar o local da picada.
  • Procure atendimento médico urgente, de preferência em hospitais com unidades de toxicologia.
  • Se possível, leve a aranha (mesmo morta) para identificação, o que pode ajudar na escolha do tratamento adequado.

Em casos graves, como dor intensa, febre, manchas roxas, vômitos, dificuldade para respirar ou sinais de necrose, a busca por atendimento deve ser imediata. O tratamento pode incluir antiveneno e internação hospitalar.

FONTE: JORNAL RAZÃO

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