O Tribunal de Justiça de Santa Catarina arquivou as investigações relacionadas à morte do cão comunitário Orelha, caso que chocou o país no início de 2026. A decisão veio após pedido do Ministério Público, que concluiu não haver provas suficientes para responsabilizar os adolescentes investigados pela morte do animal.
Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, análises de vídeos, perícias técnicas e quase dois mil arquivos digitais apontaram inconsistências na investigação inicial da Polícia Civil. O órgão afirmou que Orelha teria morrido em razão de uma condição grave de saúde preexistente, e não por agressões.
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O caso ganhou repercussão nacional após denúncias de maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. Na época, imagens e relatos sobre o estado do cão provocaram protestos, homenagens e forte mobilização nas redes sociais, com cobranças por punição aos suspeitos.
A decisão de arquivamento gerou indignação entre ativistas da causa animal e parte da população. Personalidades e defensores dos animais criticaram o entendimento do Ministério Público e afirmaram que continuarão pressionando por novas apurações sobre a morte do cão comunitário.


15/05/2026