Uma mulher de 31 anos morreu após passar mal em Balneário Camboriú depois de utilizar, sem acompanhamento médico, uma caneta emagrecedora com o medicamento Mounjaro. O caso, relatado pelo sogro da vítima, expõe os riscos do uso irregular dessas substâncias, especialmente quando há falta de orientação profissional e origem desconhecida do produto.
Segundo o relato, a mulher, moradora de Camboriú, estava na casa do sogro quando começou a se sentir mal na manhã de sexta-feira (1º), um dia após aplicar a quinta dose. O medicamento teria sido contrabandeado do Paraguai e aplicado por uma pessoa sem qualificação. Minutos depois de apresentar sintomas, ela foi encontrada caída dentro de casa.
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O Samu foi acionado e identificou um quadro grave, com pressão arterial muito baixa e arritmia cardíaca. A vítima foi levada a uma unidade de pronto atendimento, onde sofreu diversas paradas cardíacas. Apesar das tentativas de reanimação e transferência ao hospital, ela não resistiu e morreu ainda na sexta-feira (1º).
Especialistas alertam que o uso indiscriminado dessas canetas pode causar efeitos severos, como desidratação, queda de pressão e complicações cardíacas. A Anvisa reforça que medicamentos sem procedência e sem prescrição não devem ser utilizados, destacando que o acompanhamento médico é essencial para evitar tragédias como essa.


06/05/2026