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Menina de 11 anos morre após cair de cânion na divisa entre RS e SC durante passeio com a família

Foto: Divulgação

Uma tragédia marcou a tarde de quinta-feira (10) no Cânion Fortaleza, em Cambará do Sul, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Uma menina de 11 anos, diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), morreu após cair de uma altura de aproximadamente 70 metros enquanto passeava com a família pelo local.

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Como aconteceu o acidente

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, a família visitava a parte alta do cânion quando, em um momento de descuido, a criança se afastou e acabou despencando no penhasco. O local, um dos principais atrativos turísticos da região, possui trechos com pouca ou nenhuma proteção, o que aumenta o risco de acidentes.

Início das buscas e dificuldades no resgate

Logo após o acidente, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para dar início às buscas. Por volta das 17h30, os militares conseguiram localizar a menina utilizando um drone. No entanto, as condições meteorológicas adversas — com neblina e baixa visibilidade — impediram o uso de helicópteros para o resgate.

Diante da situação, os bombeiros montaram uma operação com técnicas de rapel para descer a encosta do cânion. O corpo da criança só foi alcançado por volta das 23h, já sem sinais vitais.

Perícia e investigação

Após a confirmação da morte, a área foi isolada e ficou sob responsabilidade da Polícia Civil e do Instituto Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul, que assumiram os procedimentos legais para a investigação do caso e a liberação do corpo à família.

Manifestação do governador

O governador gaúcho, Eduardo Leite, manifestou-se nas redes sociais lamentando profundamente o ocorrido: “Meu abraço e meu carinho à família. E minha gratidão aos nossos profissionais da segurança pública, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e da Brigada Militar, que se entregaram com muito compromisso nessa missão de resgate”.

O caso gerou comoção e alerta sobre os riscos em áreas turísticas sem proteção adequada, principalmente para crianças e pessoas com necessidades especiais.

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